O corpo por mim
habitado se repete um em dois separados, a pele que a este corpo pertence
arranha-se, queima-se, estraga. As curvas que esse corpo tem aderem à
gravidade, moldam-se, assustam-me, desgastam-se. A força que esse corpo tem
desiste, rende-se cansada. As mãos que este corpo tem soltam, começam e param,
os ouvidos ouviram, nem entenderam, deixaram, os olhos viram, perceberam,
detestaram;
espantei-me: o corpo ficou reflexo da alma.
Olá!!
ResponderExcluirGosto muito de textos e reflexões!! Parabens pelo blog e sucesso pra ti!! Abraços